Uma imagem de um porto de mar dá ênfase à capacidade e à dimensão evocativa da imagem. O porto como metáfora pode ser uma comprovação histórica dos rumos ou do itinerário decisivo, onde se declina aquilo que é acessório, deixando prevalecer os aspectos mais relevantes da nossa caminhada traçada num mapa, o da vida. O porto como aquilo que evidencia a pertinência da vida configurada em ciclos de partidas e chegadas para aspirar alcançar um inusitado “bom porto”. Será que este existe? O importante é não molhar os pés…
S. Roque do Pico, 08.2009
Adriano Rangel

