

A fotografia como forma de observação mais profunda, torna possível discernir, explicitar, questionar e denunciar a perversão da essência humana. Mas, o excesso de imagens é redundante, elas perdem o significado, e portanto são pouco eficazes quanto à activação de um estado activo da consciência. Por isso, as imagens constituem também “documentos de barbárie”, tornando silenciosas as mutações da sociedade.
Adriano Rangel